Dr. Edison Andrade – Cirurgião Vascular e Endovascular
Procedimentos

Doenças vasculares e procedimentos

Consulta com cirurgião vascular

O cirurgião vascular é o especialista responsável pelo tratamento das doenças que acometem os vasos sanguíneos (artérias, veias e linfáticos) das diferentes partes do corpo humano. Dentre as principais doenças vasculares, destacam-se: varizes de membros inferiores, trombose venosa, obstrução arterial, aneurisma de aorta, pé diabético e úlceras, dentre outros. Agende sua consulta.

Checkup Vascular

O Checkup Vascular consiste em um programa criado pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) e proporciona à população geral a prevenção e o diagnóstico precoce das principais doenças vasculares que, na maioria das vezes, são assintomáticas e silenciosas. Através de uma consulta médica com o cirurgião vascular e da realização de exames de imagem é possível detectar precocemente doenças como trombose venosa, varizes, pé diabético, aneurismas, doença obstrutiva arterial e estenose de carótidas permitindo que o tratamento inicial seja instituído o mais breve possível evitando, assim, o agravamento do problema.

Embolização de Mioma Uterino

Miomas uterinos são tumores benignos que se desenvolvem na parede do útero podendo provocar dor pélvica (cólicas abdominais), sangramento vaginal e dificuldade para engravidar. Dentre as modalidades de tratamento, a embolização uterina se apresenta como um método eficiente e minimamente invasivo. Através de um cateterismo na virilha se promove uma redução da circulação sanguínea dos miomas proporcionando, assim, um alívio dos sintomas e a diminuição do tamanho do tumor.

Tratamento de Varizes Pélvicas

As varizes pélvicas se caracterizam pela dilatação das veias nos órgãos pélvicos (útero, ovários e trompas). Elas ocorrem geralmente em mulheres na idade fértil e tendem a se manifestar principalmente por dor pélvica crônica (que piora no período menstrual) e dor no ato sexual. É comum a presença de veias dilatadas na vulva, no períneo e nas nádegas. A embolização de varizes pélvicas é um procedimento minimamente invasivo e consiste no fechamento destes vasos de forma efetiva e segura.

Aneurisma de Aorta

O aneurisma de aorta abdominal (AAA) é uma dilatação anormal da aorta e pode levar à morte em caso de ruptura. Os principais fatores de risco para esta doença são: tabagismo; idade avançada; hipertensão arterial; níveis elevados de colesterol e fatores genéticos. O diagnóstico precoce é fundamental! A maioria dos pacientes são assintomáticos, por isso muitas vezes o aneurisma já apresenta grades proporções no momento do diagnóstico. Isso reforça a importância do rastreamento e diagnóstico precoce do AAA, que pode ser feito através de exames simples e acessíveis como a ultrassonografia de abdome. Quanto maior o diâmetro do aneurisma, maior a chance de ruptura. Existem duas técnicas principais de tratamento: a cirurgia aberta (substituição da aorta doente por um tubo sintético) e a correção endovascular (técnica mais recente, menos invasiva e que consiste no implante de uma endoprótese através da virilha).

Trombose Venosa Profunda

A trombose venosa profunda (TVP) corresponde à formação de coágulos de sangue no interior de veias profundas, podendo ocorrer em qualquer parte do corpo humano, principalmente nos membros inferiores. Os dois principais sintomas associados à TVP dos membros inferiores são a dor (muitas vezes de forte intensidade) e o edema (inchaço) na perna. A mais temida complicação da TVP é a embolia pulmonar, que corresponde à migração dos coágulos até a circulação pulmonar, podendo culminar com a morte em alguns casos. O tratamento da trombose venosa se dá através do uso de medicamentos anticoagulantes. Eventualmente, em casos mais graves e selecionados, pode ser realizado um procedimento cirúrgico para a remoção (trombectomia) e dissolução (trombólise) dos coágulos através de um cateterismo venoso.

Estenose de Carótidas

A artéria carótida está localizada no pescoço e é responsável por conduzir o sangue do coração para o cérebro. Fatores como diabetes, hipertensão arterial, tabagismo, idade avançada e colesterol aumentado podem levar à formação de placas de gordura (aterosclerose) e causar estreitamento ou obstrução da circulação. Esse estreitamento na arteira carótida é denominado de estenose. Essas placas podem interferir na circulação cerebral e interromper o fluxo de sangue para o cécebro, ocasionando um AVC (acidente vascular cerebral). A estenose de carótidas é silenciosa, não causando sintomas na maioria das vezes. A detecção precoce desta doença pode ser realizada através de um exame simples e indolor: a ultrassonografia vascular com doppler. O tratamento cirúrgico, quando indicado, pode ser realizado através da cirurgia convencional (endarterectomia) ou por meio da angioplastia (cateterismo com implante de stent).

Obstrução Arterial (Pé diabético)

A doença arterial obstrutiva periférica se caracteriza pelo progressivo estreitamento (e até mesmo obstrução completa) das artérias responsáveis pela irrigação sanguínea dos membros inferiores. A presença de fatores de risco como pressão alta (HAS), obesidade, colesterol elevado, diabetes, tabagismo e falência dos rins favorecem a formação de placas e, consequentemente, a obstrução das artérias da perna. Na fase inicial se manifesta através de dor tipo queimação no pé e na panturrilha desencadeada pela caminhada ou exercício físico, melhorando com o repouso. Nos casos mais avançados, pode apresentar dor persistente, pé frio e pálido, feridas e até mesmo necrose tecidual (gangrena). O diagnóstico é clínico (através da palpação dos pulsos) e pode ser complementado através de exames de imagem como o ultrassom doppler, a angiotomografia e a arteriografia. O tratamento consiste na mudança no estilo de vida e controle dos fatores de risco (diabetes, colesterol, hipertensão e tabagismo). Em casos mais avançados torna-se necessário o reestabelecimento da circulação através de um cateterismo (angioplastia) ou por meio de uma ponte de safena no membro (cirurgia convencional).

Linfedema

O linfedema consiste em um inchaço nos membros decorrente do acúmulo patológico de um líquido corporal denominado linfa. O comprometimento do sistema linfático (gânglios e vasos linfáticos) leva a uma dificuldade na circulação da linfa e, consequentemente, o seu acúmulo nos braços e nas pernas. As causas mais comuns de linfedema são infecção (erisipela), cirurgias (para tratamento de câncer), queimaduras e radioterapia, entre outros. Os principais sintomas do linfedema são inchaço, sensação de dor ou peso nas pernas, redução da flexibilidade dos punhos ou tornozelos, fibrose na pele e até mesmo úlceras crônicas. O diagnóstico é clínico e pode ser feito através de uma consulta com o especialista. Exames complementares como a linfocintilografia podem auxiliar na investigação diagnóstica. O tratamento consiste em medidas clínicas como o uso da meia de compressão elástica, sessões de drenagem linfática, medicamentos venotônicos e cuidados preventivos para evitar complicações infecciosas (erisipela de repetição).

Síndrome de Cockett

A Síndrome de Cockett ou Síndrome de May-Thurner consiste na compressão da veia ilíaca comum esquerda pela artéria ilíaca comum direita. Essa compressão causa um estreitamento na veia dentro do abdome e faz com que haja uma dificuldade no retorno de sangue da perna esquerda para o coração. A síndrome se manifesta geralmente por edema (inchaço), dor e varizes na perna esquerda. O surgimento de varizes vulvares pode acontecer naquelas pacientes que desenvolvem varizes pélvicas. É importante ressaltar que a presença da compressão anômala na veia ilíaca esquerda está relacionada a risco aumentado de trombose venosa profunda. A presença de varizes unilateral (acometendo unicamente a perna esquerda) deve levantar a hipótese da síndrome. O ultrassom doppler, a angiotomografia e a angiorressonância podem ser utilizados na investigação diagnóstica complementar. O tratamento da Síndrome de Cockett, quando indicado, é realizado através de procedimento minimamente invasivo por meio de uma angioplastia sob anestesia local. Através de um cateterismo na virilha realiza-se a dilatação da veia e o implante de um stent para manter a veia aberta e proporcionar a melhora dos sintomas.

Fístula para Hemodiálise

A insuficiência renal se caracteriza pelo comprometimento da função renal, situação em que os rins perdem a sua capacidade de filtrar adequadamente o sangue e produzir a urina. É como se os rins parassem de funcionar. Diante disso, torna-se necessário realizar essa filtração renal através de métodos alternativos. Esse processo é realizado através da hemodiálise, procedimento onde utiliza-se uma máquina para realizar a filtração sanguínea. Para que seja realizada a hemodiálise, é preciso que haja um acesso vascular através do qual será realizada a comunicação entre o paciente e a máquina de hemodiálise. A fístula arteriovenosa (FAV) é o acesso vascular ideal para a hemodiálise. Ela consiste numa conexão entre uma artéria e uma veia superficial. É confeccionada cirurgicamente, geralmente com anestesia local, preferencialmente no membro superior não dominante. Através de uma pequena cirurgia, faz-se uma anastomose (conexão) comunicando uma veia superficial a uma artéria do braço. Após algumas semanas, essa veia aumenta de calibre e amadurece. É através dela (FAV) que se faz a comunicação com a máquina de hemodiálise, permitindo, assim, realizar a filtração do sangue. O procedimento deve ser realizado por um profissional especialista habilitado, o cirurgião vascular.

Filtro de Veia Cava

A veia cava inferior é a principal veia do corpo humano e é responsável por conduzir o sangue proveniente das pernas e dos órgãos do abdome até o coração, ao passo que a veia cava superior drena o sangue oriundo dos braços, do tórax e da cabeça. Pacientes que apresentam trombose venosa profunda nos membros necessitam de tratamento com medicamentos anticoagulantes. Estas drogas, ao “afinar” o sangue, evitam a progressão da trombose e diminuem a probabilidade de migração destes coágulos até o pulmão, entidade grave denominada Tromboembolia Pulmonar (TEP). Alguns paciente, entretanto, apresentam contra-indicação ao uso dos medicamentos anticoagulantes pelo risco de sangramento. Nestes casos, deve-se considerar a possibilidade de implante de um filtro na veia cava com o objetivo de impedir a passagem de trombos (coágulos) até os pulmões, o que algumas vezes pode evoluir para a morte. O implante do filtro de veia cava é realizado por meio de uma punção de uma veia na virilha ou no pescoço. Por meio de um cateterismo, um pequeno dispositivo (filtro de veia cava) é implantado no interior da veia cava de forma a proporcionar uma proteção evitando, assim, a migração de trombos até a circulação pulmonar. O procedimento é realizado sob anestesia local e sedação e o paciente pode receber alta hospitalar no mesmo dia.

Tratamento de varizes com laser transdérmico

O tratamento de varizes com Laser Transdérmico é um procedimento minimamente invasivo que consiste na emissão de pulsos de luz. Quando aplicado sobre a pele, o laser promove uma absorção seletiva pelo vaso sanguíneo causando a sua contração e, consequentemente, a sua oclusão. É indicado preferencialmente no tratamento de vasinhos de pequeno calibre (menor que 3mm), principalmente no tratamento estético. Apresenta também excelentes resultados no tratamento de vasinhos no tórax e na face.

Escleroterapia de telangiectasias (vasinho)

As telangiectasias são pequenos vasinhos superficiais na pele com calibre menor que 1mm. Um dos métodos mais antigos e eficazes no tratamento desta modalidade de varizes é a escleroterapia líquida. Esse método consiste na injeção de uma substância esclerosante dentro do vaso, promovendo a sua esclerose e, consequentemente, o seu fechamento. Diferentes esclerosantes podem ser utilizados neste processo, O procedimento de escleroterapia é realizado no consultório, sem a necessidade de internação hospitalar ou anestesia. A utilização de dispositivos de resfriamento da pele torna o procedimento quase indolor. A escleroterapia é um procedimento médico e deve ser realizado, preferencialmente, pelo médico especialista (cirurgião vascular).

Cirurgia de Varizes

O tratamento cirúrgico convencional de varizes de membros inferiores consiste na ressecção das veias varicosas (flebectomia) através de múltiplas pequenas incisões na pele. O procedimento pode ser realizado através de anestesia local e sedação ou por meio de raquianestesia. Em algumas casos se faz necessário a remoção cirúrgica da veia safena magna e/ou parva quando apresenta-se dilatada e com refluxo. O procedimento deve ser realizado preferencialmente em ambiente hospitalar. Habitualmente associam-se outros métodos (como a escleroterapia líquida) no tratamento das telangiectasias (vasinhos de menos calibre).

Tratamento de Varizes com espuma densa

A escleroterapia com espuma consiste na aplicação de uma substância, em forma de espuma, diretamente nas varizes, preenchendo o vaso e promovendo a sua esclerose. O procedimento é minimamente invasivo e permite o tratamento de varizes de forma prática, rápida e eficaz sem a necessidade de anestesia ou internação hospitalar. Com o auxílio do ultrassom é realizada uma punção da veia doente e aplicada a espuma em seu interior de forma a promover a sua oclusão. Após o procedimento é aplicada uma meia de compressão elástica. Não é necessário repouso ou afastamento de suas atividades após o procedimento. É muito importante que seja realizada uma criteriosa avaliação pelo médico cirurgião vascular de forma a determinar a melhor opção terapêutica em cada caso.

Tratamento de Varizes por Radiofrequência

A ablação térmica por radiofrequência é um procedimento cirúrgico que permite o tratamento da veia safena de forma minimamente invasiva, proporcionando alta hospitalar no mesmo dia e uma rápida recuperação pós-operatória. É realizada uma pequena punção na veia safena e inserido um cateter de radiofrequência que irá promover a fibrose desta veia. Este método utiliza a energia da radiofrequência para aquecer a parede da veia através do cateter provocando, assim, o encolhimento das fibras de colágeno e o consequente fechamento da veia. O procedimento é realizado, na maioria das vezes, sob anestesia local e sedação. O tratamento com radiofrequência é um método alternativo à safenectomia (remoção cirúrgica da veia safena) evitando a necessidade habitual de cortes (incisões) na virilha e na perna além das potenciais complicações como infecção, hematomas e até mesmo as cicatrizes nestes locais de incisões.

Os vazinhos do nariz lhe incomodam?

O tratamento é realizado no próprio consultório de forma segura e eficaz sem interromper sua rotina diária!

Dr. Edison Andrade
Cirurgia Vascular e Endovascular

FORMAÇÃO E CURRÍCULO:
  • Presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular Regional CE (2020-2021)
  • Supervisor da Residência de Cirurgia Vascular e Ecografia Vascular no HUWC (UFC)
  • Diretor Científico da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) – Regional CE (2016-2019)
  • Diretor Científico da Associação Médica Cearense – AMC (2018-2020)
  • Especialização em Cirurgia vascular, Ecografia vascular, Angioradiologia e Cirurgia endovascular no Hospital do Servidor público estadual de São Paulo (2011-2013)
  • Título de especialista em Cirurgia Vascular, Angiorradiologia, Cirurgia Endovascular e Ecografia Vascular com Doppler.
Depoimentos

Nossos Pacientes

Pontos positivos Excelente profissional, além de atencioso e explicativo

ENEUDA

Pontos positivos Excelente, super atencioso. Gostamos muito. Super indico. Pontos de melhoria Nada a melhorar.

CRISTIANA

Extremamente atencioso, educado e prestativo. Tirou todas as minhas dúvidas, me deixou falar tudo e orientou super bem. Recomendo DEMAIS!

Matos Cunha

Pontos positivos Muito atencioso, sem pressa, educado, explicou tudo direitinho, gostei muito, recomendo Pontos de melhoria Nada, está tudo ótimo

Maria Oleneva R

Pontos positivos O médico extremamente atencioso, simpático, bastante ouvinte, sabe explicar tudo com calma, não tem pressa no atendimento, preocupado com o bem estar do paciente e tenta agilizar exames necessário. Gostei do atendimento. Recomendo demais!! Pontos de melhoria Esperava mais sobre as instalações do hospital onde é o consultório.

Priscila C.

Pontos positivos Da educação do médico, humildade e grande profissionalismo. Pontos de melhoria Estou satisfeito com que vi.

Marcone

ONDE ESTAMOS

Instituto saúde vascular - Av. Santos Dumont, 5753 - Papicu, Fortaleza - CE
(85) 3077.6545 ou (85) 3087.6545
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(85) 99649.6200
Clínica Dr. Haim Erel | Rua Vicente Leite, 2349, Dionísio Torres, Fortaleza/CE
(85) 99791.0023

CONVÊNIOS